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Inferno Astral
Desta vez não venho falar de comunicar com guias - mas com nós mesmos. Porque por Inferno Astral devemos entender não um local mas uma fase pela qual todos passamos - íntima, pessoal. Ainda que com efeitos notórios na vida diária.
Inferno Astral é um período que antecede o nosso aniversário. Período esse que, segundo a crença popular, dura cerca de 30 dias.
Durante tal período as nossas energias modificam-se, intensificam-se e misturam-se de tal forma que acabamos por atrair situações e mesmo pessoas que podem contribuir para desmoronar o nosso mundo.
É comum que neste período as pessoas se notem com pior humor ou impressão de má sorte. Mas também é provável que não passe mesmo de impressão...
Na verdade esta fase que antecede o aniversário é um período de reenergização, reorganização pessoal.
Se esse período lhe parece efectivamente um inferno, então o mais provável é que tenha andando desligado de si mesmo, do seu propósito e, como tal, com as energias em baixa. E, claro, aí manifesta-se o que há de negativo.
Boas notícias, portanto, pois poderá ser apenas uma questão de mudar a sua atitude perante a sua vida e este período em particular.
Se quer aproveitar bem esta fase, antes de mais deixe de lhe chamar de Inferno. Veja-o como o passar a meta numa corrida em que, esperemos, ainda faltem muitas voltas para terminar. É o seu ciclo pessoal que pretende fechar uma etapa e começar nova.
Aproveite este período para a introspecção - reflectir, meditar, rever a sua vida. Rever o que fez, o que faz, o que pretende fazer, rever o seu caminho. Interiorizar o que tem aprendido e partir para outra!
Vista assim esta fase deixa de ser um período de coisas menos boas para passar a ser apenas uma fase de mudança. Porque também pode aproveitar para rever tudo o que de bom aconteceu nesse ano que está prestes a terminar. E não se prendendo nesse passado, olhe em frente e comprometa-se consigo mesmo - para que no ano que se segue possa chegar a essa etapa com mais do que se orgulhar!
Cristalomancia - Futuro na Bola de Cristal
Certamente já tem a ideia de uma vidente sentada à mesa frente a uma bola de cristal com a qual prevê o futuro do consultante. E a bola de cristal é um instrumento muito popular das artes divinatórias, commumente associada às “bruxas”. Mas será que sabe mesmo do que se trata?
O que é cristalomancia?
Antes de mais convém esclarecer que cristalomancia consiste no uso de cristais ou outras pedras semipreciosas não apenas na predição do futuro mas também no vislumbre do presente. Assim, pode ser feita através do uso da conhecida bola de cristal, mas não obrigatoriamente com esta.
Mais, a cristalomancia também procede ao estudo dos cristais, suas propriedades e utilização, fornecendo assim elementos que permitem a utilização dos mesmos para outras situações, como a transmissão de energias, curas, etc.
A utilização da bola de cristal não tem nada de oculto ou demoníaco, como muitas vezes se quer fazer parecer. Não acontecem fenómenos extraordinários devido à sua utilização.
Convém ainda referir que, ainda que este método seja sobretudo associado à adivinhação do futuro, a cristalomancia pode igualmente ser utilizada para olhar para o passado. Através deste método é possível fazer regressões e conhecer vidas passadas.
É também possível usar a bola de cristal não para conhecer presente, passado ou futuro, mas apenas como uma forma de comunicação com o nosso próprio mundo interior, portanto, como um veículo de auto-conhecimento.
Facto é que a adivinhação por meio de cristais ou superfícies com reflexo, como a água, é um dos métodos mais antigos e conhecidos. Já os sacerdotes egípcios utilizavam esferas de cristal de rocha para predizer o futuro. Mas foi com Isabel I de Inglaterra e a nomeação de Jhon Dee seu conselheiro e astrólogo real que a fama da bola de cristal cresceu.
A bola de cristal
Embora seja realmente possível usar-se qualquer tipo de cristal, verdade é que a dita bola de cristal é realmente a da maior preferência entre os videntes que se dedicam à prática.
E o que é a bola de cristal?
Falamos de uma esfera que na maior parte dos casos é feita de quartzo. Pode também ser de água-marinha, ou obsidiana entre outras pedras conhecidas por serem das melhores emissoras de energia.
O cristal deve ser escolhido com algum primor na medida em que pode ter influência no processo a realizar.
Independentemente da pedra de que é feita a bola deve ser preferencialmente transparente e completamente polida, sem qualquer tipo de falhas ou fendas, pois só assim se consegue obter uma observação clara das figuras, das formas e das cores que nela se possam mostrar.
Usa-se o formato da bola porque nos objectos esféricos centralizam-se os fluidos, significando assim uma maior presença das energias. A bola de cristal aqui será um instrumento que aumenta as capacidades intuitivas do leitor.
Este “poder” de adivinhar que é atribuído ao cristal nada tem de mágico ou sobrenatural. Trata-se antes das suas propriedades naturais em conjugação com a capacidade intuitiva do ser humano. A vibração que emana dos cristais permite-nos sintonizar com o lado espiritual.
Como utilizar a bola de cristal
Uma vez que o processo de leitura da bola de cristal tem uma forte componente intuitiva, para conseguir uma leitura viável o leitor deve ter algum desenvolvimento espiritual. No entanto, o próprio cristal poderá também servir como um instrumento de evolução, na medida em que permite trabalhar a intuição e, consequentemente, a melhorar a saúde espiritual da pessoa.
Muitos utilizam cristais na cabeceira da cama ou pendurados no pescoço, ajudando assim a equilibrar as suas energias.
Receber, sentir e compreender os sinais emitidos pelo cristal não é tarefa fácil. É necessária muita prática, o que implica muito estudo e disciplina para alcançar resultados satisfatórios.
Esta leitura exige um grande nível de concentração e sensibilidade que raramente é alcançável numa primeira tentativa.
Por outro lado, a prática desta leitura ajuda a melhorar outras habilidades, nomeadamente visuais e auditivas, proporcionando assim a que pessoa desenvolva um pouco a sua clarividência e/ou clariaudiência.
Como em qualquer outro método semelhante, a sessão deve ser precedida de um preparo tanto em relação ao utensílio - a bola - como ao ambiente e a si mesmo. Exige-se calma e tranquilidade, portanto, um ambiente que facilite a concentração, mas também um estado de espírito propicio.
O leitor deve estar calmo e relaxado.
No que respeita ao cristal em si mesmo, deve ser tratado como qualquer outro cristal com qualquer outro propósito - lavado, vazio de energias negativas que o possam impregnar.
Existem várias técnicas de limpeza dos cristais, bastando que escolha a que melhor se adequa a si e ao seu propósito.
De resto, e uma vez que não existe propriamente um manual de instruções que o ajude a interpretar as imagens, é praticar e deixar que a sua intuição o ajude da forma mais clara possível. Melhor mesmo é começar a praticar!
Espiritualidade no dia-a-dia
Acordamos de manhã bem cedo. Pelo menos uma hora antes do necessário.
Com calma vamos à nossa rotina.
Banho, roupa, pequeno-almoço, uns minutos de meditação.
Entretanto lembramos que a máquina ficou a lavar durante a noite. É preciso estender a roupa.
Perfeito, temos tempo!
A meio toca o despertador. Toca a acordar os putos.
A roupa preparada para vestir. A ida matinal à casa de banho. Voltamos à roupa.
Mas a ida à casa de banho correu mal. Paramos o que estávamos a fazer para ir limpar.
Os putos acabam de se vestir. Pequeno-almoço para eles.
É verdade, há que preparar os lanches para a escola!
Tudo pronto. Ainda não acabaram de comer? Voltamos à roupa....
- Mãe, entornei o leite!!!
E paramos outra vez - toca a limpar. E que tal fazer as camas deles? Boa, dá para acabar de comer.
Tudo a postos para sair de casa. Meia hora antes, já que têm o atl. Evitamos sobressaltos.
A meio do prédio volta atrás. Então e as chaves do carro? Dá jeito!
E entretanto todos no carro. Ao fim da rua trânsito. Que é isto? Já? Ok, vamos pelo outro lado...
Eh, pá, não acabei de estender a roupa!! Que bom, ficar com ela molhada durante o dia inteiro na máquina...
Mas não faz mal, ninguém morre por isso! Respira fundo e continua. Já estamos de volta ao itinerário principal.
Bolas, a carteira ficou em casa! Não acredito!!
Calma, são cinco minutos até à escola, dá perfeitamente para voltar. Boa!
Um km depois obras. E o caminho de cinco minutos torna-se um caminho de meia hora. Não dá para passar o traço contínuo, está ali o polícia. Há que aguentar.
Respira fundo outra vez. Mais uma vez. Mais outra. Talvez dê tempo. A volta tem mais alternativas e nada de obras.
Filhos entregues. Sorte, tivemos lugar para parar o carro.
Vamos buscar a carteira. Cinco minutos até casa. E agora, paramos o carro onde? Mas hoje ninguém foi trabalhar?
Mais duas voltas até conseguir estacionar. Entramos a correr em casa. Quais respirar, já vou chegar atrasada ao trabalho!!!
Boa, esqueci de limpar a casa de banho do gato. E pelo aspecto é melhor limpar já, ou quando voltar terei a casa inteira para limpar...
Tudo na mão? Vamos embora!
A meio do caminho somos parados pela vizinha. Como explicar educadamente que não estamos na reforma como ela e precisamos mesmo de ir embora?
Lá conseguimos. Não há mais sobressaltos até ao trabalho. O ponto é picado na hora exacta.
Ligamos o computador e sentamo-nos à espera que ele esteja pronto para trabalhar. Pois, porque nós já começámos há muito!
Respiramos fundo mais duas vezes ... ....
Este sim é o verdadeiro desafio de nos mantermos no caminho da evolução espiritual quando vivemos o dia a dia num mundo que não pára!
Com calma vamos à nossa rotina.
Banho, roupa, pequeno-almoço, uns minutos de meditação.
Entretanto lembramos que a máquina ficou a lavar durante a noite. É preciso estender a roupa.
Perfeito, temos tempo!
A meio toca o despertador. Toca a acordar os putos.
A roupa preparada para vestir. A ida matinal à casa de banho. Voltamos à roupa.
Mas a ida à casa de banho correu mal. Paramos o que estávamos a fazer para ir limpar.
Os putos acabam de se vestir. Pequeno-almoço para eles.
É verdade, há que preparar os lanches para a escola!
Tudo pronto. Ainda não acabaram de comer? Voltamos à roupa....
- Mãe, entornei o leite!!!
E paramos outra vez - toca a limpar. E que tal fazer as camas deles? Boa, dá para acabar de comer.
Tudo a postos para sair de casa. Meia hora antes, já que têm o atl. Evitamos sobressaltos.
A meio do prédio volta atrás. Então e as chaves do carro? Dá jeito!
E entretanto todos no carro. Ao fim da rua trânsito. Que é isto? Já? Ok, vamos pelo outro lado...
Eh, pá, não acabei de estender a roupa!! Que bom, ficar com ela molhada durante o dia inteiro na máquina...
Mas não faz mal, ninguém morre por isso! Respira fundo e continua. Já estamos de volta ao itinerário principal.
Bolas, a carteira ficou em casa! Não acredito!!
Calma, são cinco minutos até à escola, dá perfeitamente para voltar. Boa!
Um km depois obras. E o caminho de cinco minutos torna-se um caminho de meia hora. Não dá para passar o traço contínuo, está ali o polícia. Há que aguentar.
Respira fundo outra vez. Mais uma vez. Mais outra. Talvez dê tempo. A volta tem mais alternativas e nada de obras.
Filhos entregues. Sorte, tivemos lugar para parar o carro.
Vamos buscar a carteira. Cinco minutos até casa. E agora, paramos o carro onde? Mas hoje ninguém foi trabalhar?
Mais duas voltas até conseguir estacionar. Entramos a correr em casa. Quais respirar, já vou chegar atrasada ao trabalho!!!
Boa, esqueci de limpar a casa de banho do gato. E pelo aspecto é melhor limpar já, ou quando voltar terei a casa inteira para limpar...
Tudo na mão? Vamos embora!
A meio do caminho somos parados pela vizinha. Como explicar educadamente que não estamos na reforma como ela e precisamos mesmo de ir embora?
Lá conseguimos. Não há mais sobressaltos até ao trabalho. O ponto é picado na hora exacta.
Ligamos o computador e sentamo-nos à espera que ele esteja pronto para trabalhar. Pois, porque nós já começámos há muito!
Respiramos fundo mais duas vezes ... ....
Este sim é o verdadeiro desafio de nos mantermos no caminho da evolução espiritual quando vivemos o dia a dia num mundo que não pára!
Silêncio
Aliás, em muitos casos o silêncio é mesmo visto como algo depreciativo, algo que representa um mau sinal, sinal de que algo está mal.
Já eu não podia discordar mais!
O silêncio é essencial ao nosso bem estar. Contraria a poluição sonora a que estamos sujeitos diariamente, ajudando a libertar o stress que vamos acumulando.
Quando queremos estar em paz e sossego o que normalmente queremos é o mínimo de barulho - quando muito uma música suave...
Estar em silêncio com companhia também pode ser um bom sinal. Porque o facto de estarmos com alguém não quer dizer que tenhamos que estar sempre em estado de euforia.
O que poderá ser um mau sinal nunca é o silêncio, mas o motivo em si que leva as pessoas a estar em silêncio quando juntas.
Imagine uma tarde de sol na praia a observar o mar em silêncio. Não será um momento bom de partilhar com alguém?
Mais que tudo isto, o silêncio é imprescindível para a evolução espiritual.
Não sendo obrigatório estar em silêncio durante toda a caminhada, por diversas razões teremos que, em determinados momentos, recolhermo-nos em nós mesmos.
O auto-conhecimento faz parte da jornada e para nos conhecermos a nós mesmos precisamos de olhar para dentro, meditar, interiorizar. E aí temos que aprender a estar em silêncio, temos que nos abstrair de tudo à nossa volta. Só assim conseguiremos ouvir a nossa voz interior.
É por esse motivo que em muitos rituais das mais distintas religiões há momentos de silêncio. Embora encarados normalmente como sinal de reverência, a verdade é que esses momentos são o reconhecimento de que é em nós mesmos que conseguimos encontrar o caminho - a fé, a união com o todo, o que lhe quiserem chamar. Portanto acaba o silêncio por ter uma dupla função.
Por último podemos ainda acrescentar que o silêncio é um dos nossos melhores amigos em momentos de tomar importantes decisões.
Ajuda-nos a pensar claramente sobre o assunto antes de tomarmos qualquer atitude. E uma mente ponderada é uma mente que caminha para a iluminação.
Felizmente constato que a importância do silêncio parece não estar esquecida em todo o lado. Pelo menos não no Brasil, em que é celebrado o Dia do Silêncio a 7 de Maio. Ora bem!!
Raja Yoga
Há uns tempos atrás escrevi sobre os 6 ramos do Yoga onde abordei o Raja Yoga com a seguinte descrição:
"Abordagem que tem como foco a meditação e a contemplação, o Raja Yoga pretende desenvolver a mente através de 8 etapas (falarei delas num próximo post) e tem como fim último a iluminação.
A meditação é tanto externa, como interna e também transcendental e proporciona ao seu praticante bem estar físico e mental, força de carácter e, em último caso, permite ainda o despertar dos poderes divinos do ser e a sua aproximação aos seres de luz (sim, torna mais fácil a comunicação com o guia espiritual)."
Mas, de forma ainda mais abrangente, acrescento que o Raja Yoga é um poderoso instrumento de evolução espiritual na medida em que nos ensina a alcançar a nossa verdade interior, libertando-nos ainda dos transtornos da vida moderna e materialista, de stress, depressão e frustração.
Raja significa real. Assim, o Raja Yoga é o Yoga que nos permite ser reis ou mestres de nós mesmos, da nossa mente. É associado normalmente a Patanjali, um yogi que viveu provavelmente pelos séc II ou III a.C., que terá desenvolvido o Raja Yoga como forma de se libertar a ele mesmo do apego ao mundo material, que julgava estar a impedi-lo de alcançar a verdadeira transcendência e pureza da mente.
Hoje então estou aqui para falar sobre essas 8 etapas de desenvolvimento.
São elas:
1 - Yama, ou o ato-controle por meio da conduta moral.
2 - Niyama, ou mudança de hábitos e comportamentos.
Estas duas primeiras etapas podem definir-se como a ética do Yoga.
3 - Asana, ou postura.
4 - Pranayama, ou respiração.
Estas duas etapas são comuns a qualquer dos ramos do Yoga, ainda que com abordagens distintas. Consistem na preparação física para a meditação.
5 - Pratyahara, ou a abstracção dos sentidos.
6 - Dharana, ou a concentração da mente no objecto de meditação.
Estas são as etapas da preparação da mente.
7 - Dhyana, ou meditação.
8 - Samadhi, ou o estado de consciência tranquila.
Mas em que consiste ao certo cada uma destas etapas? Vejamos:
- Yama
Existem dez yamas codificados no yoga tradicional, mas que se podem resumir em não agredir ou enganar os outros de forma alguma, ser comedido nas suas acções e agir cm rectidão. O Yama trata, portanto, da nossa relação com o mundo exterior.
- Niyama
São os comportamento a colocar em prática na observâncias das regras Yama mas viradas para o nosso interior. Trata-se, então, do auto-conhecimento, que poderá levar ao auto-aperfeiçoamento.
Com estas duas etapas o ser desenvolve harmonia consigo e com os outros, desenvolve virtudes e aprende a colocar-se da melhor forma no mundo.
- Asana
No contexto da Raja Yoga não se pretende o exercício de diversas asanas, mas apenas o adoptar de uma postura estável e erecta que permita o trabalho da meditação.
- Pranayama
Consiste em técnicas de controle da respiração de forme a torná-la uniforme e permitir que a mente entre num estado sereno, que permita depois a contemplação.
- Pratyahara
Também conhecido como Ashtanga Yoga, podemos dizer que se trata do Yoga da consciência. Ao prepara-se com os quatro passos anteriores, mas sobretudo com a postura e a respiração, o yogi ganha controle sobre a sua energia vital. Controlando primeiramente a sua acção acaba por conseguir controlar a percepção sensorial, da qual se abstém, logo deixa de estar sujeita a influências externas.
- Dharana
Esta prática é normalmente direccionada para um único ponto específico. Essa concentração é essencial para conseguir o objectivo do Pratyahara, na medida em que ajuda a mente a abstrair-se de tudo o mais.
Estas quatro etapas definem a forma de prepara todo o nosso ser para o estado meditativo propriamente dito.
- Dhyana
É a meditação em si mesma. É uma meditação consciente, mas onde se pretende abandonar a concentração no tal objecto de meditação. Ou seja, a capacidade de se abstrair mesmo de tudo, sem qualquer apoio de forma a finalmente atingir o
- Samadhi
Este ponto ser descrito como o estado de comunhão com o Universo ou o todo. Quando deixa de haver eu cá dentro e o mundo lá fora, quando passamos a estar em perfeita sintonia com tudo o que existe. É um dos estágios da iluminação.
Com estas duas etapas visamos estar mais próximos da verdadeira espiritualidade. Prontos para tentar?
Minimalismo
Pode parecer estranho vir falar de um tema que aparentemente não tem nada que ver com espiritualidade. Mas será que não tem mesmo?
O que é o minimalismo e como é que este se pode relacionar com a nossa evolução espiritual?
O minimalismo é sobretudo conhecido como uma forma de expressão artística surgida no século XX e que tem por máxima "menos é mais". Consiste basicamente em simplificar. E essa forma de simplificar pode (e é já por muitos) ser adaptada a toda a forma de estar do ser humano.
O minimalismo como forma de viver a vida aparece sobretudo como oposição ao consumismo tão típico das culturas ocidentais. Mas, como a Fe bem explicou,
Muitas vezes não nos apercebemos que a forma de vida materialista do ocidente é um dos entraves à nossa evolução. Apenas porque nos deixamos dominar por ela.
Damos mais importância a conseguir acumular os melhores bens materiais do que ao nosso crescimento interior. Por isso acontece tão frequentemente pessoas que conseguem ter tudo chegarem a um ponto em que sentem um enorme vazio. Porque no fundo, esse tudo que julgam ter não representa nada.
Já o budismo nos aconselha o desapego, fundamentando-se no facto de o não conseguirmos ou perdermos aquilo a que nos apegamos nos causar infelicidade. Mas não precisamos sequer ser tão extremos assim. Não precisamos de nos desapegar de tudo e de todos.
Em todo o caso, adoptar o minimalismo na sua vida, ainda que de uma forma bem mais moderada, poderá trazer grande benefício espiritual.
Que tal experimentar?
O que é o minimalismo e como é que este se pode relacionar com a nossa evolução espiritual?
O minimalismo é sobretudo conhecido como uma forma de expressão artística surgida no século XX e que tem por máxima "menos é mais". Consiste basicamente em simplificar. E essa forma de simplificar pode (e é já por muitos) ser adaptada a toda a forma de estar do ser humano.
O minimalismo como forma de viver a vida aparece sobretudo como oposição ao consumismo tão típico das culturas ocidentais. Mas, como a Fe bem explicou,
"ser minimalista, não significa viver em um apartamento pequeno com poucos móveis modernos e brancos e não ter televisão. Também não significa vender todas as roupas, o carro, pedir demissão do emprego, ir morar em alguma cidade com nome exótico no Sudeste Asiático e ter apenas uma mala.
Minimalismo é muito mais do que um estilo de vida. É uma ferramenta que pode ajudar a todos aqueles que estiverem dispostos a se livrar dos excessos em favor de se concentrar no que é importante para encontrar a felicidade, realização pessoal e, principalmente, liberdade."
E é aí que encontramos a proximidade entre o minimalismo e a evolução espiritual. O objectivo, no fundo, é o mesmo - felicidade, realização pessoal e liberdade.Muitas vezes não nos apercebemos que a forma de vida materialista do ocidente é um dos entraves à nossa evolução. Apenas porque nos deixamos dominar por ela.
Damos mais importância a conseguir acumular os melhores bens materiais do que ao nosso crescimento interior. Por isso acontece tão frequentemente pessoas que conseguem ter tudo chegarem a um ponto em que sentem um enorme vazio. Porque no fundo, esse tudo que julgam ter não representa nada.
Já o budismo nos aconselha o desapego, fundamentando-se no facto de o não conseguirmos ou perdermos aquilo a que nos apegamos nos causar infelicidade. Mas não precisamos sequer ser tão extremos assim. Não precisamos de nos desapegar de tudo e de todos.
Em todo o caso, adoptar o minimalismo na sua vida, ainda que de uma forma bem mais moderada, poderá trazer grande benefício espiritual.
Que tal experimentar?
3 formas de evoluir espiritualmente
Já falei da importância de praticar a evolução e enumerei algumas formas simples de praticar a espiritualidade. Mas verifico que algumas pessoas parecem ter dificuldade em saber que caminho seguir, pelo que volto a debruçar-me sobre o tema trazendo agora as 3 formas essenciais de praticar a evolução comuns a qualquer credo ou religião:
1 - Eduque-se
Porque nada se consegue sem conhecimento, sugiro que comece por conhecer bem o tema. Leia, converse sobre o assunto, assista a palestras ou programas de tv que abordem o assunto. Conheça o universo espiritual, os vários caminhos possíveis e escolha o seu.
O simples conhecimento pode levar à evolução, pois mesmo sem que você se aperceba muito pode mudar dentro de si durante o processo de aprendizagem.
2 - Conheça-se e melhore-se
Todos nós temos virtudes e defeitos. Nem todos, contudo, têm bem a noção de quem ou como são.
Auto-reflicta. É importante conhecer-se a si mesmo. E depois desse exercício esforce-se por cultivar a virtude e mudar os seus defeitos. Trabalhe-os e faça o possível por transformá-los em qualidades.

As qualidades e as virtudes que lhe são inerentes geram energia positiva. E, como já falámos, ao emitirmos positividade atraímos mais positividade para nós mesmos. Portanto, faça terapia, se tiver que ser (sim, não há mal nenhum nisso, maior parte de nós só tem a beneficiar com isso), procure despertar a sua consciência, e evolua. Só lhe trará coisas boas!
3 - Pratique
Se o conhecimento é essencial, melhor ainda é colocá-lo em prática. A forma efectiva de evolução.E claro que falamos de práticas espirituais.
Podem ser orações, meditações, mantras, visualizações, yoga, reiki, enfim, a lista seria imensa... Mas seja qual for a sua escolha, importante é mesmo que a prática seja feita com vontade, com intenção.
Não vale a pena fazer só por fazer, fazer enquanto pensa se não era mais agradável estar na esplanada com os amigos. A prática só leva à evolução quando feita de coração.
Esta é a base sobre qual todos nós devemos trabalhar. Tudo o que vem depois disto é uma escolha pessoal.
Os caminhos são vários e ninguém é melhor do que você mesmo para descobrir qual o melhor para si.
Mude de caminho, se tiver que mudar. Isso não é regredir. Pelo contrário, a vontade de mudança é natural durante a evolução.
Não quer dizer que de um dia para o outro abandone tudo aquilo em que acredita para começar um caminho completamente diferente, mas se chegar à conclusão que a meditação já não é suficiente e precisa de algo mais, complemente-a!
Inicie uma nova actividade, se quiser. Só não perca a vontade de evoluir...
1 - Eduque-se
Porque nada se consegue sem conhecimento, sugiro que comece por conhecer bem o tema. Leia, converse sobre o assunto, assista a palestras ou programas de tv que abordem o assunto. Conheça o universo espiritual, os vários caminhos possíveis e escolha o seu.
O simples conhecimento pode levar à evolução, pois mesmo sem que você se aperceba muito pode mudar dentro de si durante o processo de aprendizagem.
2 - Conheça-se e melhore-se
Todos nós temos virtudes e defeitos. Nem todos, contudo, têm bem a noção de quem ou como são.
Auto-reflicta. É importante conhecer-se a si mesmo. E depois desse exercício esforce-se por cultivar a virtude e mudar os seus defeitos. Trabalhe-os e faça o possível por transformá-los em qualidades.

As qualidades e as virtudes que lhe são inerentes geram energia positiva. E, como já falámos, ao emitirmos positividade atraímos mais positividade para nós mesmos. Portanto, faça terapia, se tiver que ser (sim, não há mal nenhum nisso, maior parte de nós só tem a beneficiar com isso), procure despertar a sua consciência, e evolua. Só lhe trará coisas boas!
3 - Pratique
Se o conhecimento é essencial, melhor ainda é colocá-lo em prática. A forma efectiva de evolução.E claro que falamos de práticas espirituais.
Podem ser orações, meditações, mantras, visualizações, yoga, reiki, enfim, a lista seria imensa... Mas seja qual for a sua escolha, importante é mesmo que a prática seja feita com vontade, com intenção.
Não vale a pena fazer só por fazer, fazer enquanto pensa se não era mais agradável estar na esplanada com os amigos. A prática só leva à evolução quando feita de coração.
Esta é a base sobre qual todos nós devemos trabalhar. Tudo o que vem depois disto é uma escolha pessoal.
Os caminhos são vários e ninguém é melhor do que você mesmo para descobrir qual o melhor para si.
Mude de caminho, se tiver que mudar. Isso não é regredir. Pelo contrário, a vontade de mudança é natural durante a evolução.
Não quer dizer que de um dia para o outro abandone tudo aquilo em que acredita para começar um caminho completamente diferente, mas se chegar à conclusão que a meditação já não é suficiente e precisa de algo mais, complemente-a!
Inicie uma nova actividade, se quiser. Só não perca a vontade de evoluir...
Recomendações para Banhos de Ervas
Se fácil é encontrar "receitas" de banhos de ervas para vários problemas espirituais, não tão fácil é encontrar a forma adequada de o fazer. E é sobre isso que escrevo hoje.
Informações Genéricas
O banho de ervas pode ser feito independentemente de outros tratamentos que possa estar a fazer. É inócuo, portanto não há impedimentos de idade, género, etc.
É desnecessário reservar um horário específico para este tipo de banho. Porém é recomendável que o faça por pelo menos três dias seguidos para que o resultado seja total.
As ervas usadas para cada banho não devem ser reaproveitadas por terem já perdido as propriedades. Para cada banho deve ser feito um novo preparo.
Caso falte alguma erva não a substitua por outra parecida. As propriedades serão diferentes, logo o resultado também o será. É importante que os ingredientes sejam exactamente os que lhe foram indicados.
Se puder use água mineral na preparação. E lembre-se de dar um intervalo mínimo de 7 dias entre diferentes banhos.
Preparação
O modo de preparação é usualmente o mesmo independentemente das ervas a utilizar.
A água deve ser aquecida até começar a borbulhar, mas nunca no microondas.
Nesse momento desliga-se o fogão e colocam-se as ervas.
Deve então ser feita uma oração. Sendo pessoal faça-a em agradecimento mas também no sentido daquilo que pretende com o banho. Poderá acontecer que lhe seja indicada uma oração específica, o que não quer dizer que não possa fazer uma pequena introdução de sua autoria.
Cerca de 3 minutos é o suficiente para que o banho esteja preparado.
Se pretender coe a mistura antes de a usar.
Utilização
O banho de ervas deve seguir-se ao seu banho normal ou intercalar-se com este.
Despeje-o do pescoço para baixo, preferencialmente, pois algumas misturas podem ser nocivas às nossas energias se usadas sobre a cabeça.
Fique pelo menos um minuto sem se enxaguar nem secar. Sinta os efeitos do banho...
Após esse tempo pode optar por se secar e vestir ou por retomar o seu banho normal.
Limpeza Kármica
Hoje encontrei neste blog um artigo com uma proposta de limpeza do Karma, e que partilho parcialmente uma vez que julgo ser bastante útil.
Parece-me que o Karma é um dos nossos maiores obstáculos e por esse motivo sugiro uma limpeza antes de entrar por novos caminhos que conduzam à evolução. Fica a sugestão:
A Limpeza do Karma
Existem diversas maneiras de acelerar o karma e limpar a alma. Vamos conhecer três formas possíveis de limpeza kármica com a qual se obtém bons resultados, desde que haja intenção séria de melhorar a elevação espiritual.
1) Método da Chama Violeta
A vibração da cor violeta, uma vez elevada, é uma energia transmutadora que converte o mal em bem. É uma chama de compaixão e misericórdia que encandeia de forma a limpar o karma.
Se deseja melhorar a sua situação e dissipar-se do karma terá que diariamente meditar acerca do seu passado, presente e futuro, fazendo com que o amor inunde o seu coração e não se deixar "tentar" pelos pensamentos negativos.
Uma vez alcançado um grau de meditação elevado, deve vizualisar-se coberto por um manto de cor violeta intenso. Quando a vizualisação se tornar tão nítida, ao ponto de sentir essa luz violeta ao seu redor, deverá pedir a Deus ou ao Divino, com toda a sua alma, a libertação do karma. Acenda uma vela roxa e concentre-se fixando a sua chama violeta, pois ela é a própria acção da Lei da Misericórdia e do Perdão.
2) Método dos Chakras
A energia cósmica entra e sai através de certos pontos centrais de energia, distribuídos ao longo do corpo. A limpeza kármica pode processar-se por meio de limpeza dos chakras, o que permite compreender melhor "o que vem a seguir" e superar facilmente os seus problemas. Cada chakra corresponde a uma cor e um estado de ânimo. Para activar os chakras, é importante pôr-se em posição de meditação e tentar vizualizá-los, virando-os como se fossem pequenos discos de cor. Este exercício pode levar à activação dos mesmo, o que pressupõe também à activação das energias de cura e libertação de bloqueios.
Uma conduta adequada juntamente com o bom funcionamento dos chakras permite abrir novos caminhos e rapidamente deixar para trás as pesadas cargas kármicas.
3) Método de Transmutação Alquímica
Alguns produtos elaborados nos modernos laboratórios alquímicos são úteis para libertar e limpar o karma. Estes têm uma altíssima vibração e permitem transmutar rapidamente efeitos energéticos negativos de karmas pesados.
Sem complicações, e para uma limpeza kármica com resultado, deve-se estar totalmente de acordo com o facto "de que se é responsável pela divida", pois só assim a transmutação alquímica se faz acompanhar de actos bons que possam resgatar os anteriores.
Elevar as vibrações servirá para que se possa ver melhor o que irá suceder, fazendo com que passe a depressão e o desânimo.
Deve, no entanto, fazer várias introspecções para descobrir qual o melhor caminho a seguir e qual a melhor postura de forma a não voltar a cometer os mesmos erros.
4) Como Pagar uma Divida Kármica
Antes de pôr em prática os métodos descritos anteriormente, convém ter condutas adequadas que servirão para atenuar o peso da divida kármica.
Ficam os mais importantes:
• Ver nas crianças verdadeiros dádivas de Deus e jamais feri-las física e verbalmente;
• Partilhar o pouco ou muito que se tenha em conformidade com a "Lei de Providência", a qual não permite que nada no falte;
• Perdoar a quem nos ofenda ou maltrate, atendendo a que poderão ser pessoas que se cruzaram connosco no caminho, em virtude das nossas dívidas kármicas anteriores;
• Respeitar-se a si próprio, cuidando o corpo e procurando companhias e diversões que alegrem o espírito;
• Não evitar os inconvenientes, enfrentá-los com humildade e com a convicção de que dará o melhor de si próprio para resolvê-los;
• Estabelecer um Templo de Amor no coração e passar cada sucesso e acto da vida por esse filtro de amor, antes de tomar qualquer decisão.
Parece-me que o Karma é um dos nossos maiores obstáculos e por esse motivo sugiro uma limpeza antes de entrar por novos caminhos que conduzam à evolução. Fica a sugestão:
A Limpeza do Karma
Existem diversas maneiras de acelerar o karma e limpar a alma. Vamos conhecer três formas possíveis de limpeza kármica com a qual se obtém bons resultados, desde que haja intenção séria de melhorar a elevação espiritual.
1) Método da Chama Violeta
A vibração da cor violeta, uma vez elevada, é uma energia transmutadora que converte o mal em bem. É uma chama de compaixão e misericórdia que encandeia de forma a limpar o karma.
Se deseja melhorar a sua situação e dissipar-se do karma terá que diariamente meditar acerca do seu passado, presente e futuro, fazendo com que o amor inunde o seu coração e não se deixar "tentar" pelos pensamentos negativos.
Uma vez alcançado um grau de meditação elevado, deve vizualisar-se coberto por um manto de cor violeta intenso. Quando a vizualisação se tornar tão nítida, ao ponto de sentir essa luz violeta ao seu redor, deverá pedir a Deus ou ao Divino, com toda a sua alma, a libertação do karma. Acenda uma vela roxa e concentre-se fixando a sua chama violeta, pois ela é a própria acção da Lei da Misericórdia e do Perdão.
2) Método dos Chakras
A energia cósmica entra e sai através de certos pontos centrais de energia, distribuídos ao longo do corpo. A limpeza kármica pode processar-se por meio de limpeza dos chakras, o que permite compreender melhor "o que vem a seguir" e superar facilmente os seus problemas. Cada chakra corresponde a uma cor e um estado de ânimo. Para activar os chakras, é importante pôr-se em posição de meditação e tentar vizualizá-los, virando-os como se fossem pequenos discos de cor. Este exercício pode levar à activação dos mesmo, o que pressupõe também à activação das energias de cura e libertação de bloqueios.
Uma conduta adequada juntamente com o bom funcionamento dos chakras permite abrir novos caminhos e rapidamente deixar para trás as pesadas cargas kármicas.
3) Método de Transmutação Alquímica
Alguns produtos elaborados nos modernos laboratórios alquímicos são úteis para libertar e limpar o karma. Estes têm uma altíssima vibração e permitem transmutar rapidamente efeitos energéticos negativos de karmas pesados.
Sem complicações, e para uma limpeza kármica com resultado, deve-se estar totalmente de acordo com o facto "de que se é responsável pela divida", pois só assim a transmutação alquímica se faz acompanhar de actos bons que possam resgatar os anteriores.
Elevar as vibrações servirá para que se possa ver melhor o que irá suceder, fazendo com que passe a depressão e o desânimo.
Deve, no entanto, fazer várias introspecções para descobrir qual o melhor caminho a seguir e qual a melhor postura de forma a não voltar a cometer os mesmos erros.
4) Como Pagar uma Divida Kármica
Antes de pôr em prática os métodos descritos anteriormente, convém ter condutas adequadas que servirão para atenuar o peso da divida kármica.
Ficam os mais importantes:
• Ver nas crianças verdadeiros dádivas de Deus e jamais feri-las física e verbalmente;
• Partilhar o pouco ou muito que se tenha em conformidade com a "Lei de Providência", a qual não permite que nada no falte;
• Perdoar a quem nos ofenda ou maltrate, atendendo a que poderão ser pessoas que se cruzaram connosco no caminho, em virtude das nossas dívidas kármicas anteriores;
• Respeitar-se a si próprio, cuidando o corpo e procurando companhias e diversões que alegrem o espírito;
• Não evitar os inconvenientes, enfrentá-los com humildade e com a convicção de que dará o melhor de si próprio para resolvê-los;
• Estabelecer um Templo de Amor no coração e passar cada sucesso e acto da vida por esse filtro de amor, antes de tomar qualquer decisão.
Hinduismo
O Hinduísmo engloba grande diversidade de crenças de origem indiana, uma pluralidade de fenómenos nativos que não estão codificados em qualquer escrito único, mas num vasto corpo de escrituras que dão informação diversa sobre a prática do dharma.
Politeísta, é dito como a mais antiga religião do mundo, já que as suas origens remontam tão longe quanto a Idade do Ferro. Mas será correcto dizer que é uma religião?
O Hinduísmo não tem um fundador nem um sistema único de salvação do ser humano, como estamos acostumados nas outras religiões. Além do mais, o Hinduísmo engloba em si outras religiões, como o Bramanismo ou o Vedismo.
Assim, talvez fosse mais correcto falar numa corrente religiosa.
De qualquer forma, e diferentemente do que acontece com o Budismo, no Hinduísmo podemos, sim, falar em termos de religião, pois as suas crenças base incluem o que naquele falta - a divindade.
De grande complexidade, o Hinduísmo é, como já disse, politeísta. Existe a crença num espírito supremo, mas este é adorado sob muitas formas e, consequentemente, inúmeras práticas e rituais.
Mas o conceito de Deus liga-se à tradição em que se insere e, portanto, pode até ser monoteísta (não deixando, contudo, de ser tolerante para com as outras tradições).
Deus é muitas vezes visto como um ser supremo individual, ao invés de um ser infinito, e além dele existem entidades celestiais, que podem também ser entidades divinas mas inferiores ao Deus supremo.
A entidade suprema do Hinduismo é Brahma, que pode, contudo, existir em três formas distintas - Brahma, Vishnu e Shiva (ou criador, preservador e destruidor).
Brahma é tudo o que existe, e por esse motivo no Hinduísmo todos são divinos, já que fazem parte desse tudo. Qualquer realidade que exista fora de Brahma é mera ilusão.
Da tradição hindu fazem parte os já aqui abordados temas Karma e Yoga, a crença na Reencarnação, a utilização de Mudras, Meditações e Mandalas.
As suas práticas têm como objectivo levar o ser humano à união com Brahma, altura em que poderá cessar as sucessivas reencarnações. E para o ajudar nas práticas o hindu tem como “guia” os Upanishads, dos mais antigos e conhecidos textos sagrados do Hinduísmo juntamente com os Vedas. Estes tratam a teologia ou filosofia hindu.
Muito ainda se pode dizer sobre o Hinduísmo, o que ficará para próximos posts.
5 maneiras de criar bom karma para a sua vida
Agora que já sabemos o que é karma e de que forma pode afetar a nossa vida, podemos concentrar-nos em aprender de que forma ligar com isso. Afinal, todos queremos atrair bom karma. isso é bom para nós próprios e também para os que nos rodeiam, já que de alguma forma sempre afectamos e somos afectados por aqueles com quem convivemos.
Já dei algumas ideias generalistas sobre bom karma, mas agora trago ideias mais concretas e fáceis de colocar em prática. Verá que o potencial de pequenas mudanças é enorme e valerá a pena. Experimente!
1. Sorria
Sempre. Mesmo que não esteja propriamente com vontade. Sorria e verá que a vontade aparece. O riso é contagioso. E a boa disposição pode muitas vezes começar pelo simples facto de querer ficar bem disposto.
Quantas vezes começou o dia a sorrir e acabou da mesma forma?
2. Seja gentil
Certamente não gosta de pessoas rudes. Principalmente se não houver qualquer motivo para que isso aconteça. Então comece você mesmo por ser gentil para os outros e verá que acaba por ter o mesmo tipo de tratamento.
Repare que tendemos a atrair para nós aquilo que projectamos para o exterior. Como pode querer ser em tratado se não fizer o mesmo com os outros?
3. Seja paciente
Pois é. Apesar dos sorrisos e da gentileza sempre haverá alguém mal-disposto que parece também querer estragar o seu dia. E você vai deixar?
As mudanças nem sempre são imediatas, e muitas vezes é preciso uma grande dose de paciência para termos oportunidade de as ver. Então vá treinando a sua. Não permita que a ansiedade estrague a sua caminhada.
4. Olhe e Ouça
Tal como o Universo nunca pára de nos enviar mensagens, o mesmo acontece com as pessoas. Mas será que os conseguimos compreender?
Muitas vezes as coisas são ditas nas entrelinhas. Muitas outras as palavras não correspondem às acções. Habitue-se a observar atentamente e isso serve de igual forma para si mesmo.
Será que a mensagem que está a passar é mesmo aquela que quer?
5. Perdoe
Todos cometemos erros. uns mais que outros, alguns erros mais graves e outros menos, mas todos nós o fazemos. e maior parte das vezes esse não é realmente o nosso intuito. Então porque havemos de partir do princípio que tudo o que os outros fazem de errado é propositado?
Habitue-se a perdoar, até porque é essa a única forma de você mesmo se libertar do que possa ter acontecido.
Não tem que continuar casado com uma pessoa que o traiu ou continuar amigo de uma pessoa que o roubou. Pode até nunca mais voltar a ver essa pessoa. Mas perdoe! Só assim poderá esquecer e seguir em frente...
Fácil, não é?
Preparado para começar?
Aceitar a Mudança
Por vezes é subtil, outras mais vincada, sendo que por norma torna-se mais visível numa fase mais avançada da evolução.
Seja como for a mudança acontece, nada podemos fazer para a evitar, pelo que o melhor é aprender a lidar com ela.
Nem sempre é fácil passar pela mudança, muito menos aceitá-la.
Por vezes a mudança espiritual traz consigo outro tipo de mudanças que nem sempre são as melhores e nem perto daquilo pelo que esperamos passar.
Outras vezes as mudanças são apenas confusas. Pode acontecer dar consigo a pensar "quem sou eu agora?".
Saber lidar com elas acaba por ser, em si só, também um exercício de evolução.
Outras vezes as mudanças são apenas confusas. Pode acontecer dar consigo a pensar "quem sou eu agora?".
Saber lidar com elas acaba por ser, em si só, também um exercício de evolução.
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